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A psiquiatra e educadora, nomeada três vezes ao Prêmio Nobel da Paz, Maria Montessori, trouxe a importância de um ambiente que influencie positivamente o potencial extraordinário que há em todo ser humano desde pequenino. O adulto, por sua vez, tem papel significativo para identificar e respeitar profundamente a singularidade da criança, fazendo-a desenvolver todas as habilidades que ela traz.

É imprescindível, sem dúvida, que possamos adequar os espaços do Lar quando um pequeno chega. Afinal, ele é um membro novo desta família, possuindo total direito de usufruir confortavelmente tal como o adulto. E é exatamente pensando desta forma que Maria Montessori vem brilhantemente contribuir para que possamos ter este olhar sensível para os corações amados que acabam de pousar na existência.

Quais seriam então as possibilidades de adequação? Não é difícil e nem caro, como muitos preconizam. Basta pensar em três questões: como estes espaços podem acolher meu filho de tal maneira que fiquem acessíveis para ele? O que nós, enquanto pais, podemos fazer para auxiliar na atmosfera da casa para que ela seja positiva e pacífica? E quais momentos realmente são necessárias a ajuda e a direção?

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É possível perceber, diante dessas questões que, para cada ciclo de vida da criança, as respostas serão completamente diferentes. O bebê tem prioridades que o pequenino de 3 anos já não possui, tanto quanto a criança de 6 anos se difere dos que estão em pleno início de transição aos 12 anos. Existe também outro fator que para mim é fundamental ser respeitado e vivenciado: a singularidade de cada ser.

É por isso que não citei quais móveis, quais falas, quais ações, quais isso e aquilo. Não existe uma receita pronta e fácil, na realidade, apenas a família conseguirá compreender as respostas de acordo com teu particular contexto. Um profissional poderá auxiliar este processo, mas jamais será o detentor da verdade.

Desta maneira, os esforços devem ser em direção à facilidade de locomoção e movimentação, à concentração e ao amor à atividade que a criança escolheu realizar naquele momento, nos estímulos à autonomia e à autodisciplina, à construção da confiança nas relações de pais e filhos, na comunicação efetiva e atenciosa na resolução de conflitos, no auxílio do desenvolvimento das virtudes. Os pais, decidindo ir nesta direção estarão propiciando um ambiente preparado para o seu filho que seja benéfico de forma integral: físico, cognitivo, psíquico e espiritual.

 

Comentários:

Quem é Jéssica Bicudo

Desde o início da faculdade já sabia que queria ser psicóloga infantil. E nessa abordagem, a transpessoal consciencial, tive a oportunidade de fazer terapia desde bem nova e pude olhar para o mundo de outra maneira. Através dela, também pude transformar outras famílias, assim como a minha também foi transformada.

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