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O que irei encontrar? Será que serei um bom pai ou uma boa mãe? Quais investimentos terei que realizar? Quais investimentos deverei realizar? Para criar um bom filho é preciso me esquecer? O que é um bom filho?

É naquele primeiro minuto da notícia da maternidade e paternidade que os questionamentos e conflitos começam a surgir. Esse novo desafio, para muitos pais, parece não ter fim e muitas vezes se perturbam em excessos de preocupações.

O movimento de se preocupar é prejudicial na criação dos filhos, pois gasta-se muita energia com os inúmeros pensamentos que divagam no passado e no futuro e pouco se age no cumprimento dos objetivos educacionais dos filhos no presente.

Entretanto, existe um movimento benéfico em favor da família que é se ocupar, isto é, livrar-se da ilusão de controle e da existência de fórmulas e manuais. Somos indivíduos e não máquinas. Cada filho pede e necessita de ocupações diferentes para o seu desenvolvimento físico e psíquico.

Preocupar e ocupar, dois verbos que se diferenciam no tempo. Quando nos preocupamos o tempo está no passado ou no futuro. Quando nos ocupamos o tempo está no eterno presente. Só existe um tempo em que podemos agir e ele é o aqui e agora.

A missão da pater/maternidade convida a se ocupar com seus filhos pelo instrumento observacional. É no olhar atento e amoroso que os adultos vão conhecendo as tendências, limitações, potencialidades e habilidades que as crianças trazem. É conhecendo-as que é possível saber quais ferramentas podem ser utilizadas para que as necessidades da criação dos filhos sejam, no decorrer da caminhada, alcançadas.

Dessa forma, o passado é cabível de reflexões em torno das experiências que agora se tornam aprendizados e o futuro deve-se planejar para bem direcionar a viagem missionária da educação dos filhos, mas o único tempo-espaço que a observação pode ser vivenciada é no exato momento em que os comportamentos estão se fazendo presente. Para que haja desenvolvimento saudável: observa amando, ama observando.

Quem é Jéssica Bicudo

Desde o início da faculdade já sabia que queria ser psicóloga infantil. E nessa abordagem, a transpessoal consciencial, tive a oportunidade de fazer terapia desde bem nova e pude olhar para o mundo de outra maneira. Através dela, também pude transformar outras famílias, assim como a minha também foi transformada.

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