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A criança, quando completa 18 meses, entra na fase muito conhecida como “terrible two” ou a crise dos dois anos. É neste período que é possível observar a manifestação constante da palavra “não”, e o término deste período se constata quando a criança consegue se referir a si mesma como “eu”. Apesar de comumente ser utilizado estas nomenclaturas para se referir esta frase, a infância consciente se sintoniza com a suíça Mikaela Oven, no livro Educando com Mindfulness, que coloca como a fase do despertar da independência do ser.

Certamente, esta fase do desenvolvimento infantil é importante para o bebê que está em busca da sua individualidade e é por meio do “não” que ele se expressa, já que possui ainda poucos recursos próprios.

Quando o adulto se permite observar a sua criança, uma verdadeira alvorada se abre à sua frente, porque o “não” do pequenino é o instinto de exploração atuando no mundo, nas coisas e é por meio dessa atuação externa que a criança conseguirá aos poucos conectar-se consigo.

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Por esta razão, é necessário que o bebê nesta fase possua um ambiente preparado para fazer escolhas e ser ouvido. É possível, por exemplo, os pais darem duas opções para a criança escolher (“você vai querer escovar os dentes agora ou daqui a 5 minutos”? Ok, então, ficamos combinados daqui a 5 minutos). Isso permitirá e estimulará não apenas o desenvolvimento da identidade como também a autonomia, disciplina, habilidade de decisões, etc..

Dessa maneira, os pais têm o cônscio dever de orientar e direcionar os filhos na primeira e segunda infância. Sabendo que quanto mais velha a criança, mais o diálogo necessitará estar presente. Aos dois anos os diálogos serão reduzidos, mas disponibilizar no mínimo duas opções é fundamental para que a criança explore sua atuação no ambiente por meio de suas decisões e, assim, vá compreendendo, mesmo que timidamente, seus gostos, suas preferências e seus sentimentos em determinadas situações.

Para que comece desde muito nova a ter ciência de quem ela é para conseguir se conectar com seu ser essencial, sua matriz de virtudes latentes e que pede florescimento.

Quem é Jéssica Bicudo

Desde o início da faculdade já sabia que queria ser psicóloga infantil. E nessa abordagem, a transpessoal consciencial, tive a oportunidade de fazer terapia desde bem nova e pude olhar para o mundo de outra maneira. Através dela, também pude transformar outras famílias, assim como a minha também foi transformada.

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