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A hora do banho pode ser um desafio especial não é mesmo? Muitas vezes nos sentimos cansados, desgastados e até intrigados quando chega o momento de “levar para o banho”. Imagino que já tenham pensado algo do tipo “Não entendo como algo tão importante e gostoso, não faz parte do repertório de prioridades das crianças”.

Desafios e desafios. O maternar e seus ‘temperos’, eu diria. Mas olha, nós estamos aqui para facilitar e, por isso, vamos ao ponto! Um alerta que para mim é vermelho neste contexto é: Gostar ou não, água quente ou fria, ser um momento relaxante ou não, divertido ou chato, são questões muito pessoais. É um julgamento que fazemos sobre o ato de higienizar o corpo.

A importância que a criança deve compreender é: Quanto melhor eu cuidar do meu corpo, mais vida eu terei para as coisas que eu gosto e quero fazer. A higiene promove bem estar físico e é uma forma de cuidarmos do templo. Se queremos ter condições de brincar, tomar banho de piscina, viajar, ir ao cinema, à escola, temos que cuidar do nosso corpo. O contrário, pode trazer consequências que nos tirarão de todas essas gostosuras da vida. Adoece, não é?

Você vai gostar de ler: Como ajudar a criança no desfralde?

Digo isso para explicar que, não é estético. Há uma necessidade básica e importante de higiene e ela deve ser trazida para a conversa de acordo com o mundo que a criança enxerga (papais e mamães conseguirão adaptar os exemplos).

Para que isso funcione, além de adaptar a forma de comunicar com a criança – ter empatia e esforçar-se para olhar o banho com os olhos dela – para explicá-las as razões pelas quais é importante ela escolher ter a higiene necessária, vou trazer aqui outras três ideias:

  1. Faça um combinado. Combine como a criança como vai ser este banho, propondo-se primeiro a ouvi-la.

Use perguntas do tipo: Como seria o banho ideal para você? Como quer que os seus banhos aconteçam? Há um horário que se sente melhor?. Investigue e faça um combinado de forma que a rotina de todos e as necessidades de todos (criança, cuidador e família) estejam atendidas.

Importante aqui: Dê espaço para ela dizer o que não gosta, o que a leva a querer evitar o banho e tente ajustar a rotina para que ninguém “perca”, tomando banho. Só lembre-se!!! Não julgue o que vier. Valide o que ela diz. Ser gostoso, quentinho e relaxante, é algo seu. É para a criança, como é?

  1. Peça a colaboração da criança. Ofereça a ela espaços de autonomia e espaço para colaborar em tudo que precisa ser feito. As crianças normalmente simpatizam muito com a ideia de colaborar, se sentem pertencendo ao ser um “braço forte”, um apoio na rotina família.
  2. Conte histórias reais, entre vocês, criadas com as suas palavras sobre o quanto a higiene é algo que lhes faz bem.

Como você se sente ao sair de um bom banho? Como você espera pelo momento do banho? Para onde será que a sujeirinha vai? Seria possível enchermos o carrinho da sujeira que passa pelo ralo? Será que a terrinha que sai do corpo gosta mais de corpo ou de água? Será que o corpinho se sente bem quando ele está todo melado ou quando ele está limpinho e cuidado?

Traga a criança para um ambiente divertido e aproveite para ser uma diversão muito de vocês. Aposto que isso será muito mais delicioso do que um bom brinquedo de espuma.

Um delicioso banho para vocês.

Quem é Jéssica Bicudo

Desde o início da faculdade já sabia que queria ser psicóloga infantil. E nessa abordagem, a transpessoal consciencial, tive a oportunidade de fazer terapia desde bem nova e pude olhar para o mundo de outra maneira. Através dela, também pude transformar outras famílias, assim como a minha também foi transformada.

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